Artrose nas mãos: o que ajuda a aliviar a dor?
Artrose nas mãos causa dor e rigidez nos dedos e na base do polegar. Veja os sinais, o diagnóstico, o que ajuda no dia a dia e quando ir ao médico.
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Quando a mão dói ou formiga, até abotoar uma camisa ou segurar o celular vira dificuldade. Na consulta, o médico examina a sua mão com calma e explica o que está causando o problema.
Na Ortopedia Prime, em João Pessoa, ortopedistas que atuam em mão e microcirurgia avaliam dor, formigamento, fraturas e lesões de tendões e nervos da mão e do punho. A consulta inclui conversa, exame da mão e, se preciso, pedido de exames. Muitos casos melhoram com tala, fisioterapia e remédios; a cirurgia fica para quando há indicação.

A Ortopedia Prime reúne a maior equipe de cirurgia de mão da Paraíba. A mão tem muitos ossos pequenos, tendões, nervos e vasos em pouco espaço. Por isso, um problema que parece pequeno, como um corte no dedo ou um formigamento que vai e volta, pode atrapalhar bastante os movimentos. O ortopedista com atuação em mão cuida dos dedos, da mão e do punho e, muitas vezes, dos nervos do antebraço e do cotovelo que chegam até a mão.
Microcirurgia é a técnica em que o cirurgião usa microscópio ou lupas para reparar estruturas muito finas, como nervos e pequenos vasos. Ela é usada em alguns casos de cortes profundos e de lesões de nervo. A maior parte das pessoas que procuram a consulta, porém, não precisa operar: o tratamento costuma começar com tala, fisioterapia e mudanças no jeito de usar a mão.
O nervo mediano fica apertado na passagem pelo punho. Isso causa formigamento e dormência no polegar, no indicador e no dedo médio, principalmente à noite. Com o tempo, a mão pode perder força e deixar objetos caírem.
O tendão que dobra o dedo passa com dificuldade por um túnel estreito na palma da mão. O dedo trava dobrado e solta com um estalo, às vezes com dor. É comum piorar de manhã.
Costuma acontecer quando a pessoa cai e apoia a mão no chão. O punho incha, dói e pode ficar torto. O tratamento depende do tipo de fratura: algumas são tratadas com gesso ou tala, outras precisam de cirurgia.
Um corte na mão ou no dedo, mesmo pequeno por fora, pode atingir um tendão por dentro. O sinal é não conseguir dobrar ou esticar o dedo como antes. Esse tipo de lesão precisa ser avaliado logo, porque o tempo conta para o reparo.
É a inflamação dos tendões do polegar, na lateral do punho. Dói ao segurar peso, torcer um pano ou pegar o bebê no colo. É comum em quem repete muito o mesmo movimento com a mão.
Um tecido da palma da mão engrossa e encurta aos poucos, formando caroços e cordões. Com o tempo, um ou mais dedos, em geral o anelar e o mínimo, vão dobrando e não esticam por completo. Costuma não doer, e por isso muita gente demora a procurar avaliação.
É uma bolinha cheia de líquido que aparece perto de uma articulação ou de um tendão, mais no dorso do punho. É benigno e pode aumentar e diminuir de tamanho. Merece avaliação quando dói, atrapalha o movimento ou incomoda pela aparência.
Depois de uma bolada ou de uma pancada na ponta do dedo, o tendão que estica a ponta se rompe e ela fica caída, sem conseguir esticar sozinha. Na maioria dos casos o tratamento é com uma tala usada sem interrupção por algumas semanas.
É o desgaste da cartilagem das articulações, mais comum na base do polegar e nas pontas dos dedos. Causa dor ao fazer pinça ou abrir tampas, rigidez ao acordar e, às vezes, pequenos caroços nos dedos. Não tem cura, mas a dor costuma melhorar com tala, exercícios e adaptação das tarefas.
Boladas, quedas com a mão apoiada e contato com outro jogador podem causar entorses e fraturas dos dedos, lesões de tendão e fraturas do punho. Um dedo que ficou torto, inchado ou sem conseguir esticar depois de uma bolada precisa ser examinado.
A clínica atende com hora marcada. Em urgências, ligue 192 (SAMU) ou vá ao pronto-socorro.
A consulta começa com uma conversa sobre o que você sente, há quanto tempo e em que situações piora. Depois o médico examina a mão, o punho e, se preciso, o braço todo, testando força, sensibilidade e movimentos.
O tratamento depende do problema e de quanto ele atrapalha o seu dia. Na maioria das vezes começa sem cirurgia, e o médico acompanha a resposta antes de pensar em outro passo.
Não. O túnel do carpo é uma causa comum, mas o formigamento também pode vir de um nervo apertado no cotovelo ou no pescoço, de diabetes e de outros problemas. O exame na consulta e, em alguns casos, a eletroneuromiografia ajudam a descobrir de onde ele vem.
Nem sempre. Muitos casos melhoram com repouso do dedo, tala, fisioterapia ou infiltração, que o médico indica quando acha adequado. A cirurgia é uma opção quando o dedo continua travando apesar do tratamento.
É uma técnica de cirurgia feita com microscópio ou lupas, usada para reparar estruturas muito finas, como nervos e pequenos vasos. Ela não é um tratamento para todo problema da mão. O médico explica se ela se aplica ao seu caso.
Procure um pronto-socorro. O corte pode ter atingido um tendão ou um nervo, e essas lesões costumam ser mais simples de reparar quando são avaliadas cedo. Depois do primeiro atendimento, o acompanhamento pode ser feito em consulta com um ortopedista que atua em mão.
É a fisioterapia voltada para a mão e o punho, feita na própria clínica. Depois de uma fratura, de uma cirurgia ou de um tempo com tala, a mão costuma ficar rígida e fraca. Os exercícios são escolhidos para o seu caso e servem para recuperar movimento, força e sensibilidade, aos poucos.
Tem. A artrose não tem cura, mas a dor e a rigidez podem ser controladas com tala em alguns períodos, exercícios, adaptação das tarefas e remédios quando o médico indica. Infiltração e cirurgia são opções para os casos em que isso não basta.
Leve o que você já tiver: radiografias, ultrassom, ressonância, eletroneuromiografia e a lista dos remédios que usa. Se não tiver nenhum exame, não tem problema. O médico examina você e pede só o que for necessário.
Conteúdo informativo revisado por Dr. Ítalo Rodrigues (CRM-PB 9803 · RQE 7183 / 7664), Dr. Pedro Romão (CRM-PB 9799 · RQE 7105 / 7724). Não substitui a consulta.
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