O que é eletroneuromiografia e para que serve?
A eletroneuromiografia avalia nervos e músculos. Veja para que serve o exame, como ele é feito, se dói, como se preparar e quem faz na clínica.
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É comum ficar apreensivo antes de um exame que usa estímulos elétricos e agulha. O desconforto existe, mas costuma ser bem tolerado, e o neurologista explica cada etapa enquanto faz o exame.
A eletroneuromiografia é um exame que mede como os nervos e os músculos estão funcionando. Ajuda a investigar formigamento, dormência, fraqueza e dor que corre pelo braço ou pela perna. Na Ortopedia Prime, em João Pessoa, o exame é feito por neurologista, com hora marcada, e o resultado é levado ao médico que pediu.

Os nervos levam sinais elétricos do cérebro e da medula até os músculos e trazem de volta as informações de tato, dor e temperatura. Quando um nervo está apertado, inflamado ou doente, esses sinais passam mais devagar ou mais fracos. A eletroneuromiografia mede essa passagem e ajuda a mostrar onde está o problema e qual é a gravidade.
O exame tem duas partes. Na primeira, o neurologista aplica pequenos estímulos elétricos na pele e registra a resposta do nervo. Na segunda, usa uma agulha bem fina para registrar a atividade de alguns músculos. Ele é pedido por ortopedistas, neurologistas, reumatologistas e outros médicos quando a consulta levanta a suspeita de um problema de nervo ou de músculo.
É o aperto do nervo mediano no punho, que causa formigamento nos dedos. O exame confirma a suspeita e mostra se o aperto é leve, moderado ou grave, o que ajuda o médico a escolher o tratamento.
O nervo ulnar passa por trás do cotovelo e pode ser apertado ali. Isso causa formigamento no dedo mínimo e no anelar e, com o tempo, fraqueza na mão. O exame ajuda a localizar o ponto do aperto.
Uma hérnia de disco ou o desgaste da coluna podem apertar a raiz de um nervo no pescoço ou na lombar. A dor corre pelo braço ou pela perna, como na dor ciática. O exame ajuda a saber qual raiz foi atingida e se o nervo está sofrendo.
É o adoecimento de vários nervos ao mesmo tempo, frequente em quem tem diabetes. Começa com formigamento, queimação ou dormência nos pés e pode subir pelas pernas. O exame mostra o tipo e a extensão do problema.
Cortes, fraturas e estiramentos podem machucar um nervo. O exame ajuda a ver se a lesão é parcial ou completa e, repetido depois de um tempo, se o nervo está se recuperando.
A clínica atende com hora marcada. Em urgências, ligue 192 (SAMU) ou vá ao pronto-socorro.
O exame é feito no consultório, com você deitado ou sentado, e não precisa de jejum nem de anestesia. Venha com a pele limpa, sem creme ou óleo nos braços e nas pernas, e com roupa fácil de arregaçar. Avise se usa marca-passo ou remédio anticoagulante.
O neurologista analisa os registros e faz o laudo. Com o laudo em mãos, você volta ao médico que pediu o exame. Ele junta o resultado com a consulta e os outros exames para definir o tratamento.
Incomoda, mas a maioria das pessoas tolera bem. Os estímulos elétricos dão a sensação de choquinhos rápidos, e a agulha é bem fina. Se você sentir muito desconforto, avise: o neurologista pode fazer pausas.
Não precisa de jejum. No dia, tome banho e não passe creme, óleo ou hidratante nos braços e nas pernas. Vá com roupa confortável. Tome os seus remédios como de costume, a menos que o médico tenha orientado diferente, e avise se usa anticoagulante ou marca-passo.
Pouca gente. Quem usa marca-passo, desfibrilador implantado ou anticoagulante, ou tem problema de coagulação, deve avisar antes, porque o neurologista pode adaptar o exame. Feridas e infecção na pele da região a ser examinada também precisam ser comunicadas.
Depende de quantos nervos e músculos precisam ser examinados. O exame de um braço costuma ser mais rápido que o dos quatro membros. Você pode perguntar o tempo previsto para o seu caso na hora de marcar.
Sim. O exame não usa sedação nem anestesia, e você pode dirigir, trabalhar e voltar à rotina em seguida. Os pontos em que a agulha foi colocada podem ficar sensíveis por algumas horas.
Conteúdo informativo da equipe Ortopedia Prime. Não substitui a consulta.
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