Dor no joelho ao correr: é normal?
Dor no joelho ao correr é comum, mas não deve ser ignorada. Entenda o joelho do corredor, a síndrome da banda iliotibial e quando procurar um ortopedista.
Ler artigoLesões esportivas

Na maioria das vezes, a dor no ombro de quem joga beach tennis vem da sobrecarga dos tendões do manguito rotador, por causa dos golpes repetidos acima da cabeça, como o saque e o smash. Pode ser tendinite, bursite ou a chamada síndrome do impacto. Costuma melhorar com ajuste dos treinos e fisioterapia.
Você sai da quadra bem e, à noite, o ombro reclama na hora de tirar a camisa ou de deitar de lado. Para quem joga beach tennis com frequência, essa é uma queixa comum. Em boa parte dos casos ela tem relação com a repetição dos golpes e melhora sem cirurgia.
Porque o saque, o smash e as bolas altas pedem que o braço suba acima da cabeça muitas vezes, com força e velocidade. Quem mais sente esse esforço é o manguito rotador, um grupo de quatro tendões que cobre a cabeça do osso do braço e ajuda a levantar e girar o ombro.
Os esportes com movimentos acima da cabeça, como tênis, natação e vôlei, estão entre as situações em que esse tipo de dor mais aparece. No beach tennis a bola quase não quica, então boa parte dos golpes é feita no alto.
Algumas situações facilitam o aparecimento da dor:
As causas mais comuns são a tendinite do manguito rotador, a bursite e a síndrome do impacto. Muitas vezes elas aparecem juntas.
Com o tempo, ou depois de uma queda, o tendão também pode se romper em parte ou por inteiro. Explicamos esse quadro na matéria sobre lesão do manguito rotador.
A dor do manguito costuma ficar na frente e na lateral do ombro e pode descer pela lateral do braço. No começo ela é leve e aparece durante o jogo e também no repouso. Outros sinais comuns:
Só o exame confirma a causa. O médico testa os movimentos e a força do ombro e, quando precisa, pede radiografia, ultrassom ou ressonância. A radiografia pode vir normal, porque ela não mostra bem os tendões.
Pode. Os esportes de raquete também sobrecarregam os tendões do antebraço que se prendem no cotovelo. O quadro mais conhecido é a epicondilite lateral, chamada de cotovelo de tenista.
Ela causa dor ou ardência do lado de fora do cotovelo e deixa a pegada mais fraca. A dor piora ao segurar a raquete, apertar a mão de alguém ou girar uma maçaneta. Erros na técnica do golpe e uma raquete inadequada para o jogador aumentam a carga sobre esses tendões.
A maior parte das pessoas melhora sem cirurgia. Veja mais na matéria sobre dor no cotovelo.
O primeiro passo é diminuir por um tempo o que provoca a dor, sem deixar o ombro parado. Ficar com o braço imóvel por muitos dias favorece a rigidez.
O que costuma ajudar:
Quando a dor não cede, o tratamento mais indicado é a fisioterapia, com alongamentos e fortalecimento dos músculos do ombro e das costas. A melhora costuma ser gradual e pode levar de algumas semanas a alguns meses. Em alguns casos o médico indica infiltração com corticoide. A cirurgia fica para quando o tratamento sem cirurgia não resolve.
A volta à quadra deve ser aos poucos. Comece com menos tempo de jogo e deixe o saque e o smash com força para o fim.
Procure avaliação se a dor não melhora depois de cerca de duas semanas de cuidados, se piora ou se você está com dificuldade para mexer o braço. Dor que acorda à noite e perda de força também pedem consulta.
Na Ortopedia Prime, em João Pessoa, o atendimento de lesões esportivas é com hora marcada, e a fisioterapia é feita na própria clínica.
Este conteúdo é informativo e não substitui uma consulta.
Se a dor aparece durante os golpes, o melhor é reduzir os jogos e evitar os movimentos acima da cabeça até ela ceder. Insistir com dor tende a manter os tendões irritados por mais tempo. O médico ou o fisioterapeuta orienta a volta.
Nem sempre. Em muitos casos a conversa e o exame do ombro já indicam a causa. O médico pede ultrassom ou ressonância quando precisa ver os tendões com mais detalhe, por exemplo quando suspeita de ruptura.
Pode ajudar, principalmente na dor do cotovelo. Peso e tamanho do cabo que não combinam com o jogador aumentam o esforço dos tendões. Um professor pode avaliar o equipamento e a técnica dos golpes.
Quem começa costuma se empolgar e jogar muitas horas logo nas primeiras semanas, com os músculos ainda sem preparo. Aumentar o tempo de quadra aos poucos, aquecer antes e descansar entre os jogos diminui a sobrecarga.
Conteúdo da equipe Ortopedia Prime.
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